quinta-feira, 20 de maio de 2010

Pintura na antiga Grecia Michelle nº 25


A pintura, na Grécia antiga, foi em geral associada a outras formas de arte, como a cerâmica, a estatuária e a arquitetura. Ao contrário do caso da pintura cerâmica, restam pouquíssimos exemplos de pintura mural ou de painel, e a maior parte do que se sabe sobre esta forma de expressão plástica deriva de fontes literárias antigas e algumas cópias romanas.
Em geral, a pintura na Grécia antiga tem outras formas de arte? Quais?

A pintura grega Marina nº 24


A pintura grega encontra-se na arte cerâmica. Os vasos gregos são conhecidos pelo equilíbrio, pela harmonia entre o desenho, as cores e o espaço utilizado para a ornamentação. Além de servir para rituais religiosos, esses vasos eram usados para armazenar, entre outras coisas, água, vinho, azeite

vaso grego que se usava para armasemar líquidos ou mantimentos Ânfora (vaso vermelho sobre fundo negro)
Por isso, a sua forma correspondia à função para que eram destinados: Ânfora, vasilha em forma de coração, com o gargalo largo ornado com duas asas, Hidra (derivado de ydor, água) tinha três asas, uma vertical para segurar enquanto corria a água e duas para levantar, Cratera que tinha a boca muito larga, com o corpo em forma de um sino invertido, servia para misturar água com o vinho (os gregos nunca bebiam vinho puro), etc.

As pinturas dos vasos representavam pessoas em suas atividades diárias e cenas da mitologia grega.O maior pintor de figuras negras foi Exéquias.
A pintura grega se divide em três grupos:

figuras negras sobre o fundo vermelho
figuras vermelhas sobre o fundo negro
figuras vermelhas sobre o fundo branco

Como os vasos gregos eram conhecidos?

a) pelo equilíbrio, harmonia entre os desenhos e as cores
b)pelo pintor
c)pelos deuses

retirada do livro: A pintura grega

Pintura grega Julia nº 17

Os gregos antigos se destacaram muito no mundo das artes. As esculturas, pinturas e obras de arquitetura impressionam, até os dias de hoje, pela beleza e perfeição.

Enquanto a arte egípcia era uma arte ligada ao espírito, a arte grega ligava-se à inteligência, pois seus reis não eram deuses, mas seres inteligentes e justos que se dedicavam ao bem-estar do povo. A arte grega volta-se para o aproveitamento da vida presente. Os artistas gregos buscavam representar, através das artes, cenas do cotidiano grego, acontecimentos históricos e, principalmente, temas religiosos e mitológicos.
A pintura na Grécia antiga foi, em geral, associada a outras formas de arte, como a cerâmica, esculturas e arquitetura. Existem pouquíssimos exemplos de pintura em murais ou painéis. A pintura grega mais encontrada é em cerâmicas. Os vasos gregos são também conhecidos não só pelo equilíbrio de sua forma, mas também pela harmonia entre o desenho, as cores e o espaço utilizado para a ornamentação. Além de servir para rituais religiosos, esses vasos eram usados para armazenar, entre outras coisas água, vinho, azeite e mantimentos. Por isso, a sua forma correspondia à função para que eram destinados:
- Ânfora – jarros de duas asas, em forma de coração, para armazenagem de azeite, vinho e mantimentos secos.
- Hidra - (derivado de ydor, água) jarro de três asas usado para recolher e transportar água das fontes
- Cratera - tinha a boca muito larga, com o corpo em forma de um sino invertido, servia para misturar água com o vinho
-Oinokoes - jarros pequenos para servir vinho
As pinturas dos vasos representavam pessoas em suas atividades diárias e cenas da mitologia grega.
Existiam alguns tipos de pinturas;
Pinturas negras :vasos decorados com a técnica surgida no século VII a.C., através da qual as imagens negras sobrepõem-se ao fundo de cerâmica aparente. As formas humanas e os animais são representados de perfil, sendo preenchidos com tinta escura. Após a pintura, o contorno e o interior do desenho eram riscados com uma ferramenta pontiaguda, de forma que a tinta preta fosse retirada para deixar expostos os traços na cor da cerâmica . Exéquias foi considerado o maior pintor de pinturas negras.





Pintura negra

Pintura negra

Pinturas vermelhas: no século VI a.C. nasce, em Atenas, a técnica na qual há inversão do esquema decorativo e as figuras vermelhas são destacadas do fundo pintado em preto. Este processo exige maior habilidade técnica, pois o fundo das imagens é pintado de preto e os personagens ficam destacados em vermelho. Sobre o fundo escuro as representações ganham em volume e movimento. Os personagens aparecem sobrepostos e as imagens ganham espontaneidade e realismo. Esta técnica é adotada por pintores mais habilidosos e interessados na reprodução do mundo concreto e na ilusão de profundidade .




Pintura vermelha

Pintura vermelha

Como é a Ânfora?

a)jarro de três asas

b)jarro de duas asas em forma de coração

c)jarro com boca larga

pintura romana Felipe nº 09

A pintura da Roma Antiga é um tópico da história da pintura ainda pouco compreendido, pois seu estudo é prejudicado pela escassez de relíquias. Boa parte do que hoje sabemos sobre a pintura romana se deve a uma tragédia natural. Quando o vulcão Vesúvio entrou em erupção no ano 79 d.C. soterrou duas prósperas cidades, Pompéia e Herculano. Grande parte da população pereceu, mas as edificações foram parcialmente preservadas sob as cinzas e a lava endurecida, e com elas suas pinturas murais decorativas. A partir do estudo desse acervo remanescente se pôde formar um panorama bastante sugestivo da fértil e diversificada vida artística da Roma Antiga entre fins da República e o início do Império, mas esse conjunto de obras é na verdade apenas uma fração mínima da grande quantidade de pintura produzida em todo o território romano no curso de sua longa história, e justamente por essa fração ser muito rica, faz lamentar a perda de testemunhos mais significativos e abundantes dos períodos anterior e posterior, em outras técnicas além do afresco e de outras regiões romanizadas para além da Campânia.

Pintura romana Victor nº 32

Apintura romana foi dividida em 4 estilos.
O primeiro é refirido em cantaria ou incrustação nome derivado de crustae, placas pétreas de revestimento - esteve em evidência do século II a.C. até o ano 80 d.C. e é em essência abstrato.Estilo comum no mediterrâneo no século II a.c.O estilo pompeano mais simples que pretendia revestir as paredes com uma pintura que dava a impressão de placas de mármore(imitação da textura do mármore).
O segundo estilo também chamado arquitetônico floresceu com relativa rapidez a partir do Primeiro em torno de 80 a.C., embora exemplos precursores datem desde o século III a.C. e se encontrem espalhados por uma larga região que vai da Etrúria à Ásia Menor, onde foi usado em palácios helenistas para exibir a riqueza dos grandes personagens.
O terceiro estilo também chamado como ornamental, representa a continuidade do Segundo numa versão mais livre e ornamentada, mais leve.principais elementos constituintes refletem um ecletismo comum a toda arte do período de Augusto, e incluem uma tendência classicizante, um gosto pela cópia ou derivação de autores antigos gregos e helenistas, a influência da arte egípcia, e o florescimento do gênero da paisagem.
O quarto estilo apareceu por volta do ano 45 d.C. , ainda mais do que seu precedente, só pode ser definido através da palavra ecletismo, recuperando elementos de estilos anteriores e elaborando sobre eles novas configurações.

Imagem da pintura romana Victor nº 32

Thmas nº 30

A pintura da Roma Antiga é um tópico da história da pintura ainda pouco compreendido, pois seu estudo é prejudicado pela escassez de relíquias. Boa parte do que hoje sabemos sobre a pintura romana se deve a uma tragédia natural. Quando o vulcão Vesúvio entrou em erupção no ano 79 d.C. soterrou duas prósperas cidades, Pompéia e Herculano. Grande parte da população pereceu, mas as edificações foram parcialmente preservadas sob as cinzas e a lava endurecida, e com elas suas pinturas murais decorativas.

terça-feira, 16 de março de 2010

A escultura egipcia


Nas tumbas de diversos faraós foram encontradas diversas esculturas do ouro. Os artistas egípcios conheciam muito bem as técnicas de trabalho artístico em ouro. Faziam estatuetas representando deuses e deusas da religião politeísta egípcia. O ouro também era utilizado para fazer máscaras mortuárias que serviam de proteção para o rosto da múmia.

domingo, 14 de março de 2010

ESCULTURA EGIPICIA


A escultura no antigo Egito era praticada desde o período pré-dinástico com perfeição admirável em estátuas e esculturas, preservado milhares de objetos de um tipo ou de outro trabalhado em madeira, marfim, bronze (por vezes de ouro e com incrustações de ouro e prata) e, sobretudo, em pedra geralmente representando os deuses e os faraós com seus atributos ( coroa, cetro e chicote). Pequenas estátuas dos deuses que estão nos sepulcros, do Reino Médio, que foram introduzidos no bandagens das múmias, e foram considerados entidades de proteção que serviu de feitiços ou amuletos. Além disso, algumas esculturillas de marfim representam animais sagrados, como besouros, Íbis e outras figuras mitológicas.

terça-feira, 9 de março de 2010

A escultura egípcia foi antes de tudo animista, encontrando sua razão de ser na eternização do homem após a morte. Foi uma estatuária principalmente religiosa. A representação de um faraó ou um nobre era o substituto físico da morte, sua cópia em caso de decomposição do corpo mumificado. Isso talvez pudesse justificar o exacerbado naturalismo alcançado pelos escultores egípcios principalmente no Império Antigo. Com a passar do tempo, à exemplo da pintura, a escultura acabou se estilizando.






Thomas n.º 30

sexta-feira, 5 de março de 2010

Primeiro Período Intermediário


A expressão humana na escultura vai ganhar uma nova dimensão e realismo nesta época, passando-se a representar nas estátuas reais o envelhecimento. Nesta época criam-se esfinges reais nas quais o rosto do monarca surge emoldurado por uma juba, como é o caso de uma esfinge de Amenemhat III.

Império Antigo (III, IV e V dinastias)


A escultura caracterizava-se pelo estilo hierático, a rigidez, as formas cúbicas e a frontalidade. Primeiro, talhava-se um bloco de pedra de forma retangular; depois, desenhava-se na frente e nas laterais da pedra a figura ou objeto a ser representado. Destaca-se, dessa época, a estátua rígida do faraó Quéfren

No que diz respeito à escultura podem ser estabelecidas diferenças de concepção entre a estatuária real e a estatuária de particulares. Na primeira verifica-se um desejo de imponência, enquanto que a segunda tende para um maior realismo.São exemplos as estátuas do rei Djoser e do rei Menkauré. Deste último observam-se as chamadas díades e tríades. As primeiras consistem em estátuas do rei com a sua esposa, a rainha Khamerernebti II. Quanto às tríades, o rei surge representado com a deusa Hathor e uma personificação de um nomo.
Os materiais utilizados na escultura deste período foram diorite, granito, xisto, basalto, calcário e alabastro.

Arte egípcia





A maior parte das esculturas egípcias encontram-se em templos e tumbas e estão ligadas às práticas religioso funerárias.
A maior parte das esculturas conservadas são homens e mulheres idealizadas, por isso a figura tinha que ser sempre completa, não lhe devia faltar nenhum parte para que pudesse cumprir sua missão, ser portador da alma para a eternidade.Importante era que se representasse em suas melhores condições físicas.
Na escultura egípcia se observam uma série de características. As figuras estão imóveis estáticas, quando se lhes quer representar andando só se adianta ligeiramente a perna esquerda, mas os pés permanecem sempre colados no chão.
Os rostos são inexpresivos, com a mirada fixa, perdida no horizonte. As figuras são representadas sempre frontais com os braços aos lados do corpo e rigidez na nuca.
As principais representações são de deuses e faraós, mas também se conservaram esculturas de servidores públicos e de personagens do povo, sem esquecer os animais, que representavam a muitos deuses.
As estatuetas de barro eram peças concebidas como partes complementares do conjunto de objetos no ritual funerário.
Igualmente importantes foram as obras de ourivesaria, cuja maestria e beleza são suficientes para testemunhar a elegância e a ostentação das cortes egípcias. Os materiais mais utilizados eram o ouro, a prata e pedras.

A arte egípcia divide-se em períodos